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A Medicina em Portugal


 

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Necessidade de cuidados geriátricos

2006-02-01 @ 15:02:36 Dr. Marques Luís escreveu:   [Responder]

Congratulo-me como médico e como cidadão com o começo do sentir da necessidade de se procurar ter uma atenção diferenciada para os cuidados médicos geriátricos, bem como, a absoluta necessidade de se dignficar os cuidados paliativos que práticamente só existem nos IPO e que deveriam existir em todos os hospitais gerais e sobretudo nos centrais dando qualidade de vida à fase terminal de vida dos doentes, dignificando assim o ser humano e não considerando, como muitas vezes se observa, que como já não existe esperança de terapêutica médica curativa, que são "casos para desinvestir". É absolutamente decisivo nesta fase em que do ponto de vista demográfico os idosos representam uma percentagem cada vez maior da nossa população que os cuidados de saúde a prestar à mesma sejam adequados e eficientes.

Em Defesa da Mulher e do Casal Infértil. Proposta de Legislação sobre Procriação Medicamente Assistida

2006-02-16 @ 16:02:05 Mário Sousa/ Rosália Sá escreveu:   [Responder]

I. Disposições normativas gerais 1. Conceito de parentalidade Não é mãe ou pai quem contribui com gâmetas, nem é suficiente para ser mãe a gestação ou o parto. Pai e mãe são quem bem educa. Por isso não nos fere retirar aos pais biológicos as crianças que sofrem maus-tratos e ajudá-las a serem integradas no seio de uma família adoptiva estável. 2. Definição de infertilidade Um casal é infértil quando não alcança a gravidez desejada ao fim de um ano de vida sexual contínua sem métodos contraceptivos. Esta definição é válida para o casal com vida sexual frequente, plena de amor e prazer, e em que ambos não conhecem qualquer tipo de causa de infertilidade que os atinja. Também se inclui na infertilidade toda a situação em que o casal alcança a gravidez desejada, mas esta não chega a termo de modo viável (abortamentos de repetição). 3. A infertilidade é uma doença A Organização Mundial da Saúde considera a infertilidade uma doença (falência dos orgãos reprodutores, dos gâmetas ou do produto de concepção), assistindo aos pacientes o direito de acesso ao tratamento devido. 4. A prevalência da infertilidade conjugal é de 15-20% da população em idade reprodutiva A infertilidade tem aumentado nos países industriais devido ao adiamento da idade de concepção, às infecções genitais assintomáticas prevalentes numa sociedade em que se estimula a actividade sexual precoce fora do casamento, aos hábitos sedentários e de consumo excessivo de gorduras, tabaco, álcool e drogas, bem como aos químicos utilizados nos produtos alimentares e aos libertados no ar que se respira diariamente. Depreende-se destes dados epidemiológicos, que as principais causas de infertilidade decorrem de modelos sócio-económicos impostos pela sociedade industrial em que Portugal livremente se insere. Este problema social tem enormes custos para o Estado por ser uma das principais causas da inversão da pirâmide etária. No mesmo sentido, compete ao Estado promover a prevenção e instituir políticas eficazes de incentivo à constituição de família, de protecção à maternidade e de apoio à educação das crianças. 5. Financiamento dos tratamentos Apesar de não existir padecimento físico óbvio ou risco de vida, não é admissível qualquer discriminação no acesso ao tratamento por parte dos pacientes inférteis. No entanto, entende-se, por questões de finanças públicas, que se devem procurar alternativas justas para o seu financiamento dado o carácter oneroso dos procedimentos tecnológicos e da medicação. Por isso se propõe que o casal infértil deve ter direito até 4 tratamentos consecutivos pagos obrigatoriamente a 80% por Companhias de Seguros e a 20% pela Segurança Social. Este modelo, importado de França, resolve a oneração excessiva do sector público e permite o acesso livre ao tratamento dos casais inférteis. Deve, pois, o Estado Português impôr às Companhias de Seguros a inclusão obrigatória nos seus contratos dos tratamentos de infertilidade, incluindo as consultas, os testes diagnósticos, a medicação e os tratamentos laboratoriais, obrigando a uma mensalidade responsável que não impeça de outro modo o acesso. 6. Quem pode recorrer à Reprodução Medicamente Assistida Casais heterosexuais, cohabitando há pelo menos dois anos, maiores de idade, sem doenças mentais, que apresentem uma relação conjugal afectiva estável, com boas relações sociais e familiares, com nível escolar, cultural e económico compatível com a responsabilidade de assegurarem uma educação adequada à criança. 7. Limite superior de idade Não é admissível qualquer limitação à idade máxima, feminina ou masculina, nem qualquer discriminação de limite de idade máxima entre os sexos. De facto, o casal infértil não deve ser discriminado em relação a qualquer outro casal da mesma idade sem problemas de fertilidade, uma vez que as uniões não escolhem idade para ocorrer, nem os casais mais velhos devem ser impedidos de obter a sua descendência. Ou seja, todo o casal, enquanto dispõe de gâmetas viáveis, não pode nem deve ser limitado no acesso a obter a sua descendência. Compreende-se que se institua um limite superior de idade de 50 anos para ambos os sexos nos casos de doação de gâmetas e de embriões, considerando-se que nestes casos compete ao casal a cobertura total dos custos dos tratamentos. 8. Técnicas de PMA a autorizar Os tratamentos de PMA devem ficar restritos aos centros devidamente autorizados para o efeito, e sujeitos a certificação anual de qualidade. As técnicas passíveis de autorização são as seguintes: Estudo do casal infértil. Ecografia pélvica, Histerosalpingografia, Histeroscopia, Laparoscopia. Indução da ovulação. Inseminação intra-uterina. Hiper-estimulação controlada do ovário. Aspiração ecoguiada de folículos ováricos. Espermograma, outros testes sobre os espermatozóides, interacção espermatozóide-muco cervical, interacção espermatozóide-zona pelucida, interacção espermatozóide-ovócito. Preparação de gâmetas. Lavagem de espermatozóides de casais seropositivos (HVB, HVC, HIV, etc). Obtenção de espermatozóides do sémen, da urina, do epidídimo ou do testículo. Fecundação in vitro. Microinjecção. Eclosão assistida. Transplante de citoplasma (defeitos estruturais dos ovócitos; doença mitocondrial materna). Transplante nuclear (defeitos estruturais dos ovócitos). Maturação in vitro de gâmetas e células germinais progenitoras. Cultura de embriões até à fase de eclosão do blastocisto (6 dias). Diagnóstico genético pré-implantação. Criopreservação de tecido germinal, células germinais progenitoras, gâmetas e embriões. Transferência de embriões. Doação de gâmetas e embriões. Empréstimo benévolo de útero. Transplante de tecido germinal (alotransplante de tecido ovárico: alternativa à doação de ovócitos; autotransplante de tecido ovárico: mulheres curadas de situação oncológica; autrotransplante de células germinais masculinas: homens curados de situação oncológica). 9. Número de ovócitos a inseminar A decisão do número de ovócitos a inseminar depende exclusivamente de critérios técnicos, com vista a obter a gravidez desejada, com o menor custo possível para a saúde da mãe e para as finanças do casal. Na prática, a mulher deve ser moderadamente estimulada e a cultura de embriões deve ser prolongada até à fase de blastocisto. Deste modo, a taxa de gravidez múltipla decresce para metade, a taxa de gravidez duplica e praticamente não existirão embriões excedentários. 10. Número de embriões a transferir As regras técnicas internacionais são orientadas para a redução máxima das gestações múltiplas sem perda das taxas optimizadas de gravidez. Essas regras são as seguintes (limite máximo): Mulheres

Pedido de divulgação

2006-02-16 @ 20:02:47 Carlos Magalhães escreveu:   [Responder]

Podendo correr o risco de não se enquadrar mas uma vez que consulto diariamente o CiênciaHoje venho por este meio divulgar a realização do III Congresso Nacional do Médico Interno, que irá decorrer na cidade do Porto de 29 de Abril a 1 de Maio de 2006, no Centro de Congressos do Porto Palácio e onde um dos temas de uma mesaredonda irá ser a Investigação na Medicina e o papel das Novas Tecnologias na área médica Obrigado

Apilcaçao de botox

2006-02-22 @ 11:02:29 Dr Joao Silva escreveu:   [Responder]

gostaria de saber se alguém tem por habito trabalhar com botox na area da estética ( rugas de expressao), e se alguém me pode dizer qual a durabilidade apos estar aberto e ter feito a composiçao, uma vez que so preciso utilizar 20 unidades e cada vez que faço a formula fico com 100 uni tenho muito prejuizo, existe forma de poder reutilizar o botox ou a durabilidade é so de 4 horas apos a mistura com a agua 9%?Tenho por habito fazer 2,5ml de soro 9% , alguém me pode explicar todos os detalhes da mistura e para poder tirar mais proveito do produto? Obrigado

Pedido de informação

2006-02-28 @ 15:02:16 Duarte Pinto escreveu:   [Responder]

Minha mulher sofre imenso com a doença de Parkinson e dos nervos. Toma 37 comprimidos por dia. Tem 68 anos de idade. Ouvi dizer que nos hospitais de Santa Maria e também num hospital do Porto já se efectuam intervençóes cirúrgicas destinadas à cura daquela doença. Ficaria imensamente grato se alguém me informasse sobre o assunto o mais breva possível. Obrigado.

2006-03-07 @ 12:03:44 Mariana e Ana Rafaela escreveu:   [Responder]

Este forum é fixe Adoro medicina Eu e a Ana Rafaela

Gostaria de estudar em Portugal

2006-03-14 @ 02:03:40 bruno Zelli escreveu:   [Responder]

Oi eu gostaria de estudar medicina em Portugal, mas não sei como fazer e nem com quem entro em contato....... vcs podem me ajudar.

BLOG SOBRE HISTÓRIA DA MEDICINA

2006-03-15 @ 00:03:38 DR. ELVIO ARMANDO TUOTO escreveu:   [Responder]

Sou médico e um dos fundadores da Sociedade Brasileira de História da Medicina. Gostaria de recomendar aos interessados em História da Medicina, o site em língua portuguesa:

Medicina Estetica em Portugal? onde?

2006-03-20 @ 22:03:16 Joao Oliveira escreveu:   [Responder]

Tenho 24 anos e procuro um serviço medico que me ajude ou esclareça sobre a queda do cabelo. Ja fui a um dermatologistas mas de nada serviu e n foi nada esclarecedor, alias ele nao me pareceu saber nada do assunto!!!! eu tava com queda de cabelo e ele faloume da flora intestinal e aconselhoume a lavar duas vezes o cabelo por semana. nao digo que nao tenha a ver pois nao sou medico mas a verdade é que sai tao eslcarecido qt entrei... e 3 anos depois a queda continua cada vez mais de forma acentuada. Porque nao encontro nenhum serviço na internet ou uma referencia ao assunto aqui em Portugal?!

Ictiose congénita escamosa

2006-03-21 @ 10:03:55 Patrícia Mendes escreveu:   [Responder]

Este é um pedido de informação sobre esta doença que tem por base o caso de um rapaz de 5 anos. Para quem conece a doença é fácil perceber que a criança começa a ficar afectada psicologicamente. Há algum tratamento eficaz? O problema não deveria já ter desaparecido ou, pelo menos, não se deveria ter tornado menos evidente? Obrigado antecipadamente pela colaboração!

Acesso à Medicina em Portugal

2006-03-29 @ 12:03:37 L. Raposo escreveu:   [Responder]

Aproveitando que alguns médicos aparentemente lêem este jornal, resolvi ver as reacções e opiniões a esta questão que considero absurda em Portugal. Num País em que constantemente ouvimos dizer haver falta de médicos, pelo menos nalgumas especialidades, parece-me inadmíssivel que se continue a dificultar o acesso ao curso em questão. Considero que deve haver uma selecção, mas não acho que da forma como esta é feita actualmente haja qualquer tipo de selecção dos melhores candidatos ou das pessoas com perfil mais adequado. Em países como Inglaterra por exemplo o acesso a Medicina implica boas notas, sim senhora, mas implica também que o candidato tenha apreço pelo curso, que saiba o porquê de o querer seguir, que tenha qualidades humanas, etc, e o dito tem de por carta de motivação explicar isto mesmo, qualidades que em Portugal não são minimamente priveligiadas como aliás se pode facilmente verificar conversando com alguns dos frequentadores do dito curso, médicos já formados e candidatos ao mesmo. Não estou aqui a fazer um ataque pessoal, até porque como se sabe em todas as profissões há os bons e os maus, mas na verdade algo que me incomoda verdadeiramente é a incrível defesa de classe que se verifica nesta profissão, em que basta alguém fazer uma crítica, comentário negativo ou queixa para que a grande maioria dos médicos se defenda logo ainda que as mesmas não lhe sirvam! Seria interessante que de facto se reflectisse um pouco nesta questão até porque como se tem verificado esta profissão que tem até agora sido posta num patamar superior, começa a ser descredibilizada por parte da opinião pública devido não só ao encubrimento sucessivo de uma série de situações, como também devido à crescente arrogância por parte de muitos profissionais e maior conhecimento e curiosidade por parte da população. Em Inglaterra e Espanha começa cada vez mais a verificar-se que os médicos já não são respeitados como dantes, começa a caminhar-se para o extremo oposto, seria bom se por uma vez Portugal estivesse à frente dos problemas e não deixasse que aqui acontecesse o mesmo! Quando se lê que os médicos espanhóis vêm para cá porque cá são tratados de senhores doutores e em Espanha têm processos e são agredidos, isso faz-me pensar que de facto algo está errado! Outra situação que me parece absurda é o facto de neste momento a única forma de aceder ao curso de medicina ser fazendo exames nacionais e voltando a concorrer à Universidade. Ora alguém com um curso de enfermagem, medicina dentária, med. veterinária, biologia, bioquímica, farmácia, entre outros, tem já uma preparação e uma maturidade diferente de uma aluno de 18 anos saído do secundário. Porque razão estas pessoas não têm um regime de acesso especial? Porque razão, a única forma de entrarem para este curso é para além da referida em cima, pagar 50 euros e candidatarem-se a um dito concurso especial que apenas ainda é aberto pelo Instituto Abel Salazar, no qual entram as pessoas com melhor média de fim de curso, independentemente da afinidade do mesmo, experiência de trabalho, etc. Será que sou só eu que vejo algo de errado nisto?



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Quero trabalhar em Portugal como tecnica de enfermagem, o que preciso fazer?

2013-04-25 @ 03:04:33 Luani escreveu:  [2 comentários - Ver]

Quero trabalhar como técnica de enfermagem em Portugal, tenho home- care e não sei como fazer e nem o que preciso. Posso exercer minha função lá?

farmácia

2013-04-15 @ 16:04:21 Kely escreveu:  [Responder]

Gostaria de saber sobre a validação e as oportunidades de um farmacêutico brasileiro em Portugal?

Quero ter um filho

2013-04-15 @ 15:04:59 Tania escreveu:  [1 comentário - Ver]

olá preciso de ajuda, com apenas 21 anos fui obrigada a fazer uma esterectomia total que me impossibilitou de engravidar... ouvi a noticia da jovem que recebeu trnsplante e que ate já esta gravida, tambem quero!!! como fazer temos que nos inscrever por favor preciso de ajuda tenho 31 anos e quero ser mae

Faculdade de Medicina em Portugal

2013-04-05 @ 18:04:20 Bianca Zurita escreveu:  [2 comentários - Ver]

Boa tarde,

Gostaria de saber se você sabe algo como posso ingressar numa faculdade seja privada ou pública em Portugal e se é possível entrar em uma sem ter que realizar prova para ingresso.

2013-04-04 @ 13:04:42 Ana Rute escreveu:  [Responder]

Olá, sou a Ana Rute e gostaria muito de saber quais as médias para medicina legal e respectivas saídas profissionais. Ainda, gostava de saber que outros cursos com respectivas médias e saídas existem no campo das ciências e investigação científica em Portugal.
Agradeço a resposta para o meu e-mail: arutecastro97@hotmail.com Espero que me ajudem. Obrigada
=D
SFF

Média de acesso de medicina em Espanha

2013-04-02 @ 23:04:41 Marta Figueiral escreveu:  [Responder]

Boa noite,
Estou no 12º ano de escolaridade e candidatar-me a medicina em Espanha é uma forte possibilidade. No entanto não consigo encontrar em lado nenhum informações sobre como transformar a média de secundária portuguesa (0 a 20)na média espanhola (0 a 10). Espero que alguém me consiga ajudar! Obrigada!

Medicina

2013-03-30 @ 23:03:45 Marta escreveu:  [Responder]

Olá Flávia,estou no 9ºano e pretendo para o próximo ano ir para ciencias e tecnologias para seguir medicina.
Queria que me disseses a nota de 1a20 que é precisa para entrar em Portugal e Espanha e que me desses algumas dicas de estudo.Podes ajudar?
Manda-me a resposta por e-mail mfcg1998@hotmail.com
Obrigada!:)

QUAL DOCUMENTO DEVO LEVAR PARA TRABALHAR COM TECNICA DE ENFERMAGEM?

2013-03-21 @ 20:03:15 SUZANA escreveu:  [1 comentário - Ver]

OLA, SOU BRASILEIRA ESTOU INDO VIVER EM PORTUGAL ,SOU FORMADA COMO TECNICA DE ENFERMAGEM, GOSTARIA DE SABER QUAL DOCUMENTO DEVO LEVAR PARA TRABALHAR EM PORTUGAL.

Descriminação SNS idade Mulher

2013-03-14 @ 15:03:00 Dulce escreveu:  [Responder]

Olá boa tarde, sou uma mulher de 40 anos (feitos em fev), que após algusn dissabores com abortos anteriores, veio finalmente o apelo da maternidade tão desejada. Após uma "parafernalia" de exames no Centro Hospitalar da Cova da Beira, veio o diagnostico!
"Então Dulce, com voce tá tudo bem, o problema é com seu marido ... e ai ... devido à sua idade ... terão de recorrer a uma clinica de fertilidade, mas no privado, pois aqui já nada podemos fazer por voces."

O chão abriu-se, o teto desabou, e num 1º impulso dissémos, ok deixa estar, não somos mais felizes com um filho ... mas ...
Onde vamos encontrar 2700 a 3500 (por alto) de euros para ter um filho? Para aumentar a taxa de natalidade, para contribuir para a mesma??

Esta gaita da idade bateu-me cá no fundo e até agora ainda me custa a aceitar!
Sou pela justiça, pelas coisas bem feitas ... e dentro da lei ... mas isto está a condicionar-me!
Não ter acesso ao mesmo tratamento que tem uma mulher de 39 anos ... porquê!

É realmente assim? Estou farta de correr a lei e não vejo nada que refira esta injustiça social e humana!

Recapitulando:

O QUE É QUE PRECISAMOS FAZER PARA MUDAR ESTA LEI??
MANIFESTAÇÕES??? SIM?!?
BOICOTES ÁS URNAS??? SIM?!?!?

ESTOU DENTRO

Dulce

Ciencias da nutriçao

2013-03-07 @ 15:03:02 Adelgisa escreveu:  [Responder]

Sou estudante cabo verdiana tenho 19 anos estou no 12 ano de escolaridade e queria saber qual é a media q se pede para achar uma vaga na universidade de porugal no curso de ciencias da nutriçao.

validação de diploma

2013-03-04 @ 16:03:49 Francisca Pereira escreveu:  [Responder]

olá eu tenho o curso de técnico em enfermagem e gostaria de saber se com este diploma será possível eu trabalhar na área da saúde em Portugal,...agradeço pela atenção...obrigada!

Curso de Ciencias da Nutrição

2013-02-28 @ 21:02:09 Ana escreveu:  [Responder]

Boa noite! sou estudante de Ciencias da Nutrição cá em Portugal e por motivos pessoais é provavel que brevemente tenha de mudar-me para Espanha? em que universidades espanholas encontro o meu curso e quais as suas referencias, alguem me sabe ajudar? Muito obrigado.

revalidar diploma para estudar e trabalhar

2013-02-25 @ 11:02:20 Silvana escreveu:  [Responder]

Olá! meu marido esta indo para porto portugal fazer doutorado e eu irei acompanha-lo. Sou enfermeira e gostaria fazer mestrado na U.P., e de trabalhar. Como faço para ficar legalizada com o meu diploma? Por favor me ajudem!
Grata
Silvana

entrar em medicina em espanha*

2013-02-24 @ 18:02:54 Tânia escreveu:  [1 comentário - Ver]

sou uma aluna do 12º ano e tenho uma média de 17,2 , contudo os exames de biologia e fisica não me correram muito bem por isso a ideia de me candidatar a espanha , já começei a estudar os programas que são diferentes daqui e espero fazer exame de biologia e de quimica, ma tenho algumas duvidas , alguem aqui que tenha experiencia pode ajudar-me dando-me o seu mail ou alguma forma de contactar?

A medicina em Portugal

2013-02-22 @ 22:02:45 Soraia escreveu:  [Responder]

Ao contrário do que o senhor pensa o comentário não é assim tão disparatado. Tal como vossa excelência sabe, o Estado pode intervir sim nas médias ao criar condições para a abertura de mais vagas e por conseguinte conduzir a médias menos absurdas no curso de Medicina.

De facto, se isso acontecesse os centros de saúde estariam a "rebentar pelas costuras", situação que se torna mais grave no interior envelhecido do país. Desta forma, também teríamos de "importar" médicos de outros países onde as médias são escandalosamente mais baixas em detrimento de candidatos nacionais que querem e têm algo a oferecer ao país!

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