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Dieta rica em colesterol pode beneficiar doentes de Pelizaeus-Merzbacher

Experiencias foram desenvolvidas em ratos com sintomas da doença

2012-07-02
Estudo foi realizado em ratos
Estudo foi realizado em ratos
Segundo um estudo preliminar em ratos, publicado na revista «Nature Medicine» por investigadores do Max Planck Institute of Experimental Medicine, em Göttingen, na Alemanha, uma dieta rica em colesterol pode ser benéfico para quem sofra da doença de Pelizaeus-Merzbacher, um transtorno genético incurável que afecta os nervos.

A investigação foi realizada em ratos com alterações na mielina, uma camada gordurosa que envolve os nervos e que é essencial ao seu funcionamento e após os animais seguirem uma dieta rica em colesterol melhoraram aliviando os sintomas da doença.
A doença é uma entre várias leucodistrofias, transtornos genéticos em que há alteração na mielina – substância que protege as fibras nervosas e ajuda a transmissão de mensagens entre os nervos –, ou seja, é provocada pela produção excessiva de uma proteína de que a mielina necessita, mas que acaba por ficar retida dentro das células. E, ao ocorrer esta anomalia, as mensagens não viajam pelo sistema nervoso, originando problemas que afectam os movimentos e o raciocínio.

As experiencias foram desenvolvidas em ratos com sintomas da doença. Separados em dois grupos, uns foram alimentos de forma saudável e os outros animais com a dieta rica em colesterol, durante seis semanas. Estes últimos mostraram melhorias significativas já que o colesterol retardou o declínio na coordenação motora.

Os investigadores acreditam que o colesterol ajuda a liberar a proteína. No entanto, os cientistas avançam que terão de ser realizados mais estudos, já que este foi apenas feito em ratos e não se sabe se esse tratamento terá os mesmos resultados em humanos.
Venceslau Silva
2012-07-04
10:22
Exmo(s) Sr (s):
Os sinais clínicos geralmente incluem uma combinação de nistagmo, estridor, tetraparesia espástica, hipotonia, deficiência cognitiva, ataxia, tremor, e leucoencefalopatia difusa na ressonância magnética (MRI). Convulsões e estridor perinatal são sinais raros e normalmente são vistas apenas nos casos mais graves. (Veja Apresentação e A purificação.)
Transtorno raro, lentamente progressivo, da formação de mielina. Os subtipos desta doença são referidos como forma clássica, congênita, transitória e adulta. A forma clássica é ligada ao cromossomo-X, tem seu início na infância e está associada com uma mutação no gene da proteína proteolipídica. As manifestações clínicas incluem tremor, espasmos nutans, movimentos de olhos divagando, ataxia, espasticidade e nistagmo congênito. A morte ocorre por volta da terceira década de vida. A forma congênita tem características similares, mas se apresenta logo na fase neonatal e caracteriza-se por progressão rápida da doença. Os subtipos adulto e transitório têm seu início tardio e sintomatologia menos grave. Os sinais patológicos incluem áreas malhadas de desmielinização com conservação das ilhas perivasculares (aparência trigóide). (Tradução livre do original: Menkes, Textbook of Child Neurology, 5th ed, p190)
joaquim lapa
2012-07-04
22:09
gosto de ler tudo que aciencia nos dis.

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